Os símbolos e suas aplicações

Em todas as culturas temos símbolos representativos sendo usados das mais diversas formas, incluindo proteção, ligação com o Sagrado e Divino, afinidade pessoal com uma determinada linha entre outras coisas.Mesmo em nossa cultura não é difícil perceber as pessoas usando uma corrente com um Crucifixo, um Om*, uma Cruz de Ansata** ou um Pentagrama, para citar apenas alguns. Também vemos adesivos nos carros com as mais diversas representações simbólicas e os que desejam se “associar” aos símbolos de maneira mais intensa chegam a tatuá-los no próprio corpo.

Os símbolos não resolvem tudo magicamente, mas ajudam. E de que forma eles ajudam?

Para respondermos essa pergunta é necessário abordarmos um outro conceito conhecido como Egrégora.

O termo egrégora vem do grego “egrégoroi” que significa um campo de energia gerado através da conjunção ou somatória de energias acionadas por pensamentos, sentimentos e ações das pessoas.

De modo simples, as energias físicas, emocionais e mentais dos indivíduos se estabelecem através de ondas e frequências, gerando um campo de energia psíquica que alimenta a egrégora.

Os símbolos vão funcionar como uma chave para acessar essa egrégora, funcionam como uma ponte para esta energia. Desta forma, quando desejamos trabalhar algo, procuramos símbolos cuja egrégora esteja relacionada diretamente ao que desejamos trabalhar. Se desejarmos trabalhar, por exemplo, cura é interessante utilizarmos símbolos relacionados a cura, como os de Reiki.

Algumas linhas acreditam que não adianta simplesmente utilizar o símbolo, que colocá-lo em uma corrente no pescoço ou num chaveiro não vai acionar essa energia. Essas linhas usam os símbolos como amuletos e possuem rituais de consagração envolvendo os quatro elementos (fogo, terra, água e ar) para “ativá-los” e a partir daí ter acesso à energia relacionada a eles.

Volto a frisar que acessar essas energias não resolve tudo como um “passe de mágica”, mas com certeza cria “facilidades” para que as coisas sejam resolvidas e a partir dessas facilidades é necessário agirmos, tomando as atitudes necessárias para que as coisas sigam no caminho que desejamos.

 

* Om – sílaba sagrada que representa o universo em sua totalidade. Não possui tradução literal e seu significado é o Absoluto (Brahman). No pensamento hindu, esse poderoso bij-mantra é a origem de todas as coisas e de todo o ser. Os Vedas descrevem-no como a força natural básica intrínseca a todos os fenômenos da Natureza. É o som do Universo se expandindo e é também o som do pulsar de cada átomo. É a essência dos Vedas e, portanto, o mantra entre os mantras.

** Cruz de Ansata – Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata, também conhecida como Ank consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo.

 

Paz e Luz

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